Trivela

Alemanha

Bastian Schweinsteiger, 33 anos, conversa para continuar no Chicago Fire, mas, no momento, está sem contrato. Quer continuar jogando futebol. E quem está de olho é o pequeno SG Buna Halle, da oitava divisão alemã. Mais para ganhar publicidade do que efetivamente tentar contratar o campeão mundial, o clube escreveu uma carta aberta para Schweinsteiger com uma proposta difícil de ser recusada – mas que provavelmente será.

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O Buna Halle cobriu todas as bases. Ofereceu um pedaço de terreno “na melhor parte da cidade”, um professor de jardim de infância para o filho que Ana Ivanovic está esperando, um emprego no clube de tênis para a tenista e 20 tipos diferentes de cerveja para “recarregar as baterias”. Aponta que não haveria conflito de material esportivo porque o clube há anos usa fardamento Adidas, mesma patrocinadora de Schweinsteiger.

E tem mais. Schweinsteiger também seria apresentado à fábrica de chocolates local Halloren e à padaria Kathi.  O Buna tenta convencê-lo a dar uma relaxada em uma pequena vila, depois de tantos anos morando em grandes cidades, e faz um último apelo: batizar o estádio do clube em homenagem a Schweinsteiger. Seria o Schweinsteigerzão, provavelmente?

“Em termos esportivos, ainda não estamos na Champions League. O trajeto é difícil (nota da redação: demora pelo menos uns dez anos), mas, com você como nossa estrela, não será impossível – ninguém pode derrotar um Deus do futebol. Vários dos nossos jogadores são grandes fãs seus e adorariam fazer esta jornada com você”, escreveu.

O texto foi publicado no Facebook, com Schweinsteiger marcado. Então, agora é só esperar. “Você tem vários motivos para vestir branco e preto. Pode entrar em contato conosco via Facebook ou, apesar da diferença de horário com Chicago, estamos esperando seu telefonema a qualquer momento”, encerrou.

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